
Ele reforçou ainda que, se for constatada alguma irregularidade, serão tomadas as providências cabíveis, e os postos poderão sofrer sanções administrativas previstas no Código de Defesa do Consumidor.
A chefe da fiscalização, Stephanie Leão, explicou as etapas da distribuição do produto e como isso pode afetar ou não o preço que chega à capital.

“Boa Vista tem uma peculiaridade. Não recebemos o valor da Petrobras e sim de uma refinaria de Manaus, que foi privatizada no final de 2021. Então, as distribuidoras podem ter comprado dessa empresa ou não. Estamos verificando todo esse processo, para analisarmos se foi a refinaria de Manaus que elevou o preço ou se foi a própria distribuidora”, comentou.
Preços justos para os consumidores
Stephanie Leão destacou ainda que, mesmo que haja um aumento nessa cadeia de distribuição, os preços não podem subir de forma desproporcional. Se for verificado que a distribuidora está com os preços injustos, o Procon também poderá investigar.

A professora Kelly Uhde comentou que a ação do Procon é necessária para que o valor chegue de forma justa ao consumidor. “O combustível é um produto que todo mundo utiliza no dia a dia, tanto para ir ao trabalho como para levar as crianças à escola. Então, pesa no bolso, centavo por centavo, por isso é importante que haja fiscalização. Porque, senão, os fornecedores pensam que podem colocar qualquer valor”, enfatizou.
Como entrar em contato com o Procon
Para denunciar possíveis irregularidades, o consumidor pode ir até a sede do Procon, localizada na Avenida Ville Roy, nº 6606, Centro, ou entrar em contato pelo número (95) 98412-1732 (WhatsApp).
- Por Ágata Macedo







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